segunda-feira, julho 23, 2007
Imagens da exposição exterior / ar livre do TROCARTES





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sábado, julho 07, 2007
"Trocartes" - Exposição Colectiva na Galeria Cais Art's, em Julho
Programa do Trocartes
20 de Julho (Sexta)
17h00 - abertura oficial com recepção de convidados;
22h00 - intervenção Teatral, com a peça “Histórias Mínimas” de Javier Tomeo, encenado por Rogério Paulo, interpretado por Corifeu Artes Cénicas (local da intervenção - Av. Infante D. Henrique, frente à Forpescas e Marina do Clube Naval Povoense).
21 de Julho (Sábado)
10h00 - montagem de instalação floral por Cristina Campos e David Sá;
22h00 - intervenção Teatral, com a peça “Histórias Mínimas” de Javier Tomeo, encenado por Rogério Paulo, interpretado por Corifeu Artes Cénicas.
22 de Julho (Domingo)
17h00 - sorteio de troca de Obras de Arte entre os autores e entrega de certificados de presença no Evento;
21h00 - encerramento das actividades com sarau de poesia ao ar livre com acompanhamento musical de Guitarra Clássica e Guitarra Acústica, por Ana João Ribeiro Oliveira.
Galeria Cais Art’s
Avenida Infante D. Henrique, nº 134
Caxinas
Vila do Conde
Director:
Ângelo Vaz
Mais informações sobre o Trocartes
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segunda-feira, junho 18, 2007
"Trocartes" - Exposição Colectiva inovadora na Galeria Cais Art's, em Julho
Cerca de 60 desenhadores, pintores, fotógrafos e artesãos, vindos de vários pontos do país e também de Espanha, vão juntar-se, em Julho, na cidade de Vila do Conde para participar num projecto promovido pela galeria Cais Art’s
Nessa altura, "os pintores iam aos ateliers uns dos outros e trocavam obras, já que havia uma certa dificuldade de mercado, tal como acontece hoje em dia". Os trabalhos vão estar expostos, não no interior da galeria, mas sim nas varandas das casas circundantes. Uma forma diferente de fazer chegar a Arte junto do grande público, mas também de "integrar toda uma comunidade" neste evento. Outra das grandes inovações é a do lançamento de um concurso, no âmbito deste projecto, só para trabalhos em Arraiolos. Uma parceria entre a Cais Art’s e a formadora Florinda Mendes que espera que seja possível mostrar que "a manufactura da tapeçaria de Arraiolos não se limita ao Alentejo". No encontro vai ser possível, na opinião da formadora, "trocar experiências e conhecimentos, o que vai melhorar a nossa capacidade enquanto artesãs".
Fonte: Póvoa Semanário -17-4-007
Galeria Cais Art’s
Avenida Infante D. Henrique, nº 134
Caxinas
Vila do Conde
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terça-feira, abril 10, 2007
5.ª Edição da Exposição Colectiva de Alunos da Galeria Cais Art’s
Segundo ele, «a galeria está virada para o ensino de todas as técnicas de pintura aprendendo cada um somente aquilo que mais lhe interessa». Ângelo tem um nicho de alunos que quer projectar para o exterior, tal como fez com Cláudia Machado, na sua exposição individual. Ângelo Vaz explicou que quando aparecem alunos interessantes tenta projectá-los. «Lanço-os para a selva, como costumo dizer», disse em tom de brincadeira.Este ano a mostra conta com a participação de 11 alunos não tendo um tema específico, ao contrário de 2006, em que o mote era «em homenagem a...» tendo sido retratados vários nomes de pessoas ligadas à arte. Os alunos foram trabalhando nos seus projectos e o pintor seleccionou aqueles que achava que eram os melhores, salientou, explicando que a iniciativa pode funcionar como um estímulo para todos. No final o público foi ainda contemplado com um sarau de poesia, recitada pelo pintor, contando com música ao vivo, ao som de uma guitarra clássica.
A mostra pode ser visitada até ao dia 28 de Abril, de segunda a sábado, entre as 10h e as 12h30 e das 15h e as 17h", na Av. Infante D. Henrique, 134, nas Caxinas.
Fonte do texto e imagem - O Primeiro de Janeiro - 10-2-007
"Na Galeria Cais Art's, das Caxinas, está patente até ao próximo dia 28 de Abril, uma exposição colectiva de pintura da responsabilidade dos alunos do espaço.
Ângelo Vaz, o director da galeria, confessa ser "uma grande alegria chegar a esta altura do ano e poder expor o trabalho realizado pelos alunos, pois representa um teste às suas capacidades e à minha forma de ensinar". Na sua opinião o resultado final é "surpreendente" e está certo que "vale a pena ver esta mostra".
A ideia de dar a oportunidade a alunos de mostrar as suas telas veio na sequência da "preocupação" que Ângelo Vaz sempre demonstrou em "apresentar novos valores, encorajando quem começou a trabalhar há pouco tempo, para que possam produzir cada vez mais e melhor". Uma atitude resultante do facto de ter experimentado "alguma dificuldades no início da carreira (há 32 anos) em conseguir penetrar no universo das galerias que era bastante fechado".
Este ‘empurrão’ inicial tem tido resultados práticos, pois o mestre já viu o trabalho dos seus alunos chegar mesmo além fronteiras. "Um deles já participou em diversas exposições na Alemanha e outra conseguiu mostrar o seu trabalho na cidade de Florença, em Itália" sublinha Ângelo Vaz que revela que quanto a este último caso, tratava-se de "alguém que antes de frequentar o atelier da Cais Art’s nunca sequer tinha pegado em tintas".
Fonte: Póvoa Semanário -12-4-007
Galeria Cais Art’s
Avenida Infante D. Henrique, nº 134
Caxinas
Vila do Conde
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quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Exposição de pintura de Cláudia Machado na Galeria Cais Art's até 19 de Março
A Galeria Cais Art's apresenta até ao dia 19 de Março a exposição de pintura de Cláudia Machado, cuja temática são as janelas da Póvoa de Varzim.
Depois de ter passado por «A Filantrópica» na Póvoa de Varzim, a exposição individual de pintura itinerante de Cláudia Machado pode agora ser visitada na Galeria Cais Art´s, em Vila do Conde. A artista plástica é natural de Santo Tirso e há cerca de dois anos e meio que “a pintura funciona como um hobbie”, no entanto leva-o muito a sério, e prova disso é já ter realizado algumas exposições individuais, e umas tantas colectivas, culminando agora nesta que lhe deu “tanto gozo e prazer”. Cláudia, até há bem pouco tempo atrás, não sabia o que era a pintura, mas como tem apetência para as artes manuais, e ao passar pela Galeria de Ângelo Vaz, resolveu experimentar, até porque nunca ninguém a tinha “ensinado a pegar num pincel”. Depois de algumas aulas, a surpresa não podia ser mais inesperada, e como ela própria disse ao JANEIRO “nunca pensei que fosse gostar tanto como realmente gosto, nem sequer que fosse chegar a este nível”, afirmou explicando que “na altura a ideia era pintar qualquer coisita só para distrair”.
O tema da exposição são janelas da Póvoa de Varzim e surgiu um dia em conversa acerca de trabalhos mais ou menos interessantes, com aquele que é “o mestre da bata suja” – seu professor de pintura – como Cláudia faz questão de lhe chamar, de um modo carinhoso. Cláudia explica: “lembrei-me que na Póvoa existem imensos edifícios antigos com fachadas muito bonitas”. Então, num domingo de manhã, saíram de máquina fotográfica às costas e andaram um dia inteiro a percorrer as ruas da Póvoa, em que tiraram imensas fotografias e a partir daí seleccionaram aquelas que gostaram mais e as que acharam que teriam maior visibilidade em tela.
Durante o período de produção o «mestre» alertou a sua aluna de que este trabalho iria ser exposto, pois havia ali muito “pano para mangas” como lhe chamou Ângelo Vaz.
O olhar do mestre Ângelo Vaz
Ângelo Vaz, pintor e professor de pintura na Galeria Cais Art´s, ao referir-se à aluna diz: “é uma pintora de desafios que se esconde por detrás das cores, sem pretensão de conseguir ultrapassar as barreiras arquitectónicas e espirituais das janelas”. O tema janela dava para escrever muitos livros, mas Cláudia Machado optou por escrever sobre tela, com cor, as janelas que mais a tocaram a si e ao «seu mestre». O pintor explica que as dimensões das telas foram cuidadosamente estudadas pela autora, porque a estética das janelas assim o exigiu.
Fonte: O Primeiro de Janeiro - 27-2-007
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sábado, outubro 07, 2006
Jovem e promissor pintor expõe na Galeria Cais Art's, até 14 de Outubro
"Encontra-se patente na Galeria Cais Art's uma exposição de pintura de autoria de João Paulo, de 18 anos. O mar é o tema retratado pelas mãos do jovem pintor, a quem é auspiciado um futuro risonho. A mostra vai decorrer até dia 14 de Outubro.
Um sótão exíguo, com duas janelas viradas para o céu azul, uma parede repleta de livros, separados por rochas marítimas, serve de cenário de fundo para vários cavaletes e telas que se espalham pelo recinto. “Faz lembrar as célebres águas furtadas de Paris dos anos 20 e 30 não é?”, questiona Ângelo Vaz, com um largo sorriso, envolvido pela reminiscência.
Estamos no ateliê da galeria Cais Art’s, que acolhe uma exposição de João Paulo, um jovem de 18 anos, aluno do galerista e professor de arte, Ângelo Vaz. “Um aluno muito esforçado, faça chuva ou sol, que está connosco há três anos”, afirma o mestre, fitando o seu discípulo com notório orgulho no olhar.
João Paulo começou a pintar muito cedo. Com 12 anos teve a sua primeira exposição, na Junta de Freguesia de Ribeirão. “Pintava em casa, sem qualquer orientação, com o auxílio de visualização fotográfica”, confessa o jovem pintor. Com o acompanhamento de Ângelo Vaz conseguiu alargar horizontes. Adquiriu controlo sobre novas técnicas, materiais, correntes artísticas, o uso da cor, e aprendeu a canalizar a inspiração.
A temática da sua exposição é o mar. Apropriado, ou não estivéssemos a poucos metros do oceano. Nas paredes brancas abundam telas com faróis, caravelas, búzios, medusas, algas, pescarias e gaivotas.
«Lavagem dos cestos» é um dos seus quadros mais comentados. Num robusto e possante preto e branco, alberga um pescador, figura sombria, de olhos fechados, compenetrado na sua tarefa ou nas preocupações quotidianas, com um cesto nas mãos e água pelos tornozelos.
A receptividade, em termos de visitas à galeria, tem excedido as expectativas do galerista e do artista. Já em termos comerciais, as coisas não correspondem ao idealizado: “Por um lado é compreensível”, refere Ângelo Vaz, salientando a presente conjuntura económica, aliada ao facto de se tratar de um artista desconhecido. “Mas no cômputo geral, o saldo é positivo”, assegura.
A exposição vai estar patente mais uma semana do que inicialmente previsto, até 14 de Outubro, na Avenida Infante D. Henrique, nº 134."
Fonte. O Primeiro de Janeiro - 07-10-2006
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