quinta-feira, abril 26, 2007
Caminhada "Por Terras do Ave", dia 29 de Abril no concelho de Vila do Conde, organizado pelos "Amigos de Mindelo"
Data: 29 de Abril
Local: concelho de Vila do Conde
Ponto de encontro : Igreja de S. Miguel de Arcos, Vila do Conde, às 9h
Inscrições: ecoturismo [arroba] amigosdomindelo.pt
Organização: Associação dos Amigos de Mindelo para a Defesa do Ambiente
Percursos:
PR I - Cividade de Bagunte (manhã)
PR II - Vila do Conde e a sua História Patrimonial (tarde)
Mais Informações.
terça-feira, abril 10, 2007
5.ª Edição da Exposição Colectiva de Alunos da Galeria Cais Art’s
Segundo ele, «a galeria está virada para o ensino de todas as técnicas de pintura aprendendo cada um somente aquilo que mais lhe interessa». Ângelo tem um nicho de alunos que quer projectar para o exterior, tal como fez com Cláudia Machado, na sua exposição individual. Ângelo Vaz explicou que quando aparecem alunos interessantes tenta projectá-los. «Lanço-os para a selva, como costumo dizer», disse em tom de brincadeira.Este ano a mostra conta com a participação de 11 alunos não tendo um tema específico, ao contrário de 2006, em que o mote era «em homenagem a...» tendo sido retratados vários nomes de pessoas ligadas à arte. Os alunos foram trabalhando nos seus projectos e o pintor seleccionou aqueles que achava que eram os melhores, salientou, explicando que a iniciativa pode funcionar como um estímulo para todos. No final o público foi ainda contemplado com um sarau de poesia, recitada pelo pintor, contando com música ao vivo, ao som de uma guitarra clássica.
A mostra pode ser visitada até ao dia 28 de Abril, de segunda a sábado, entre as 10h e as 12h30 e das 15h e as 17h", na Av. Infante D. Henrique, 134, nas Caxinas.
Fonte do texto e imagem - O Primeiro de Janeiro - 10-2-007
"Na Galeria Cais Art's, das Caxinas, está patente até ao próximo dia 28 de Abril, uma exposição colectiva de pintura da responsabilidade dos alunos do espaço.
Ângelo Vaz, o director da galeria, confessa ser "uma grande alegria chegar a esta altura do ano e poder expor o trabalho realizado pelos alunos, pois representa um teste às suas capacidades e à minha forma de ensinar". Na sua opinião o resultado final é "surpreendente" e está certo que "vale a pena ver esta mostra".
A ideia de dar a oportunidade a alunos de mostrar as suas telas veio na sequência da "preocupação" que Ângelo Vaz sempre demonstrou em "apresentar novos valores, encorajando quem começou a trabalhar há pouco tempo, para que possam produzir cada vez mais e melhor". Uma atitude resultante do facto de ter experimentado "alguma dificuldades no início da carreira (há 32 anos) em conseguir penetrar no universo das galerias que era bastante fechado".
Este ‘empurrão’ inicial tem tido resultados práticos, pois o mestre já viu o trabalho dos seus alunos chegar mesmo além fronteiras. "Um deles já participou em diversas exposições na Alemanha e outra conseguiu mostrar o seu trabalho na cidade de Florença, em Itália" sublinha Ângelo Vaz que revela que quanto a este último caso, tratava-se de "alguém que antes de frequentar o atelier da Cais Art’s nunca sequer tinha pegado em tintas".
Fonte: Póvoa Semanário -12-4-007
Galeria Cais Art’s
Avenida Infante D. Henrique, nº 134
Caxinas
Vila do Conde
Outras notícias neste blogue sobre a Galeria Cais D'Arte
Etiquetas: Ângelo Vaz, colectiva, exposição, Galeria Cais Art's
segunda-feira, abril 09, 2007
Caderno Reivindicativo saído do Seminário Segurança Marítima “Em Defesa da Vida Humana"
CADERNO REIVINDICATIVO saído do Seminário Segurança Marítima “Em Defesa da Vida Humana" (Caxinas, 31 de Março):
- Analise e concretização das conclusões da auditoria as operações salvamento e resgate dos naufrágios do “Salgueirinha” e “Luz do Sameiro”, com o objectivo de mais que apurar as devidas responsabilidades, intervir para corrige falhas e erros, para que no futuro não fiquem duvidas que tudo se fez para Salvaguarda da Vida Humana.
- Funcionamento dos ISN durante 24 horas, dotando o mesmo do quadro de pessoal necessário para esse efeito, para o que são necessários no mínimo 200 profissionais, com a necessária formação e reciclagem especifica das funções de salvamento.
- Correcta e eficaz coordenação dos meios marítimos e aéreos, públicos e privados, da Marinha, da Força Aérea e Protecção Civil, desburocratizando a sua rápida utilização sem fazer depender a mesma dos custos.
- Melhoria e Manutenção dos meios marítimos e aéreos, com a devida fiscalização das condições de operacionalidade dos mesmos, bem como dos equipamentos de protecção individual das tripulações de socorro.
- Existência de Rebocadores de alto mar em prontidão permanente com capacidades adequadas e em numero suficiente para cobertura de toda a Costa.
- Implementação Sistema das estruturas em terra que permitam o normal funcionamento do GMDSS (Sistema Comunicações para o salvamento marítimo)
- Articulação do serviço SAR (serviço de Busca e salvamento) com os Sistemas VTS (sendo Portugal o único pais da EU que não tem sistemas VTS a funcionar) e MONICAP.
- Reactivar os postos de rádio em permanência existente nas várias delegações da DOCAPESCA
- Implementação e reforço das acções de formação e sensibilização na área de segurança, no local de trabalho, nomeadamente aquando da fiscalização das condições de navegação, apontando para que a mesma seja feita com a presença de todos os tripulantes e testando os meios de socorro a bordo, criando equipas próprias para este efeito em cooperação com o futuro FORMAR, e agentes sociais do sector.
- Implementar e sensibilizar, a utilização de meios de segurança, tais como os fatos de trabalho, coletes, jangadas e outros, e apoiar o financiamento dos mesmos através do novo quadro comunitário de apoio, de forma organizada envolvendo as organizações representativas dos Pescadores.
- Melhoria das obras e infra-estruturas portuárias com a recuperação e melhoria dos molhes e das entradas das barras, sendo na entrada e saída destas, que se verificam um grande numero de acidentes.
- Reforço e manutenção da sinalização marítima portuária e dragagens nos canais portuários.
- Adopção das emendas á Convenção SAR em vigor desde Julho de 2006, que incluem expressamente as evacuações sanitárias nas responsabilidades do serviço SAR.
- Intervenção das organizações representativas do Sector, em conjunto com os vários agentes ligados as questões de segurança, na analise e nas decisões sobre esta matéria, nomeadamente através da participação no Conselho Consultivo para a Busca e Salvamento.
Fonte: Sindicato dos Trabalhadores da Pesca Norte
domingo, abril 01, 2007
Seminário Segurança Marítima “Em Defesa da Vida Humana" decorreu ontem nas Caxinas
O documento final do encontro inclui mais de uma dezena de reivindicações, entre as quais se destaca a «correcta e eficaz coordenação dos meios marítimos e aéreos, públicos e privados, desburocratizando a sua rápida utilização sem a fazer depender dos custos».
Os participantes neste seminário, promovido pelo Sindicato dos Pescadores da Pesca Norte, defenderam ainda a necessidade de existirem «rebocadores de alto mar em prontidão permanente e em número suficiente para cobrir toda a costa».
A melhoria dos meios marítimos e aéreos envolvidos nas operações de salvamento marítimo foi outra das reivindicações aprovadas, assim como a necessidade do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) funcionar durante 24 horas. O ISN deve ainda ser dotado com o quadro de pessoal necessário, estimado em 200 profissionais «no mínimo», com a correspondente formação e reciclagem específica para funções de salvamento.
Neste encontro foi também defendida uma análise aprofundada das conclusões das auditorias às operações de salvamento e resgate realizadas na sequência dos acidentes com os barcos de pesca 'Salgueirinha' e 'Luz do Sameiro'. Esta reivindicação, «mais do que apurar as devidas responsabilidades», pretende criar condições para que sejam «corrigidas falhas e erros».
Na longa lista de reivindicações consta ainda a implementação de estruturas em terra que permitam o normal funcionamento do Sistema de Comunicações para o Salvamento Marítimo, bem como a reactivação dos postos de rádio existentes nas delegações da DOCAPESCA.
O reforço das acções de formação dos pescadores e a sua sensibilização para a utilização de meios de segurança adequados foram outras das medidas defendidas pelos participantes neste seminário, que também pretendem a melhoria dos molhes e das entradas das barras e o reforço da sinalização marítima.
O seminário, que decorreu no Salão Paroquial das Caxinas, Vila do Conde, contou com cerca de uma centena de participantes, incluindo representantes do Estado-Maior da Armada, Direcção Geral das Pescas, capitanias, autarquias e empresas ligadas ao sector, além de deputados da Comissão Parlamentar de Agricultura e Pescas.
A iniciativa, que teve como tema central «Em defesa da vida humana», incluiu uma homenagem aos pescadores que morreram em consequência de acidentes e naufrágios, a simulação da utilização de meios de salvamento e a apresentação de novos fatos de oleado para pescadores, mais maleáveis e que já incluem coletes salva-vidas."
Fonte: Diário Digital / Lusa - 31-3-007


"Pescadores e armadores querem que o Governo tome um conjunto de medidas que passam pela entrada em funcionamento, 24 horas por dia, do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), o que só será possível, «com um reforço de, pelo menos, 200 funcionários, com formação específica». Esta é apenas uma das mais de dez exigências feitas ontem, no decurso de um encontro, promovido pelo Sindicato das Pescas do Norte, e que juntou em Caxinas, Vila do Conde, centenas de pessoas ligadas à pesca.
A correcta e eficaz coordenação dos meios marítimos e aéreos, da Marinha, Força Aérea e Protecção Civil, a existência de rebocadores de alto mar em permanência, com capacidade adequada e em número suficiente para cobertura de toda a costa, bem como a reactivação dos postos de rádio existentes nas delegações da Docapesca, fazem também parte do extenso rol de pretensões que os homens do mar querem que o Governo resolva a curto prazo.
No encontro foi também defendida uma análise aprofundada das conclusões das auditorias às operações de salvamento e resgate realizadas na sequência dos acidentes com os barcos ‘Salgueirinha’ e ‘Luz do Sameiro’. Esta reivindicação, “mais do que apurar as devidas responsabilidades”, pretende, segundo o sindicato, criar condições para que sejam “corrigidos falhas e erros”.
A questão da formação dos pescadores foi também amplamente debatida. Cristina Moça, assistente social da Mútua dos Pescadores, foi uma das vozes a ressalvar que «não basta ter meios é preciso saber usá-los».
«Muitos pescadores não aprendem a utilizar determinados equipamentos que têm a bordo, o que impede o seu salvamento. Não sabem utilizar as jangadas e pedem socorro por rádio sem estarem no canal de escuta», salientou.
Os pescadores homenagearam ainda, à margem do seminário, «todos aqueles que morreram no mar». Pescadores, familiares, amigos e entidades oficiais rumaram até à praia e, após uma pequena cerimónia religiosa, atiraram flores ao mar. Elsa Pereira, 61 anos, a quem o mar “levou, há uns anos, um filho e alguns primos” disse ao CM que «a morte deixa uma dor que nunca mais se apaga».
Também Virgínia Pontes lembrava a madrugada do dia 19 de Outubro de 2004, quando perdeu seis familiares, no naufrágio da ‘Salgueirinha’ à entrada do porto de Aveiro. É por isso, disse, que »trazemos connosco uma grande tristeza e o que nos vale é que quando alguém morre, não chora só um, choramos todos».
Iracema Eusébio lamentou o facto de o mar «ser traiçoeiro». »Mas este é o nosso modo de vida. Morremos com ele, mas sem ele não sobrevivemos». "
Márcia Vara
Fonte do texto : Correio da Manhã /Lusa - 31-3-007


Depois, no seminário sobre "Segurança marítima" os pescadores, denunciaram a falta de articulação entre os meios de salvamento, marítimos e aéreos, públicos e privados. E lançaram um SOS: há que desburocratizar, tendo em vista a sua rápida utilização «sem fazer depender a mesma dos custos».
Pretendem que o Instituto de Socorros a Náufragos funcione durante 24 horas, com um quadro de pessoal de 200 profissionais, no mínimo. Para os pescadores, urge implementar um sistema em terra que permita o normal funcionamento do Sistema de Comunicações para o Salvamento Marítimo.
Querem, igualmente, harmonizar o serviço de busca e salvamento. É que Portugal, disseram, é o único país da União Europeia que não tem sistemas VTS a funcionar. Os pescadores desejam, ainda, o reforço das acções de formação e sensibilização na área de segurança, nomeadamente «aquando da fiscalização das condições de navegação, apontando para que a mesma seja feita com a presença de todos os tripulantes». Na altura, testar-se-iam os meios de socorro a bordo.
Os pescadores têm de acostumar-se a usar apropriados fatos de trabalho, coletes e jangadas, para além de obedecerem a outros preceitos. A existência de rebocadores de alto mar prontos a intervir e em número suficiente para cobertura de toda a costa foi outra lacuna assinalada. Conforme seria sublinhado, é na pesca que se encontram as mais elevadas taxas de sinistralidade e mortalidade no mundo do trabalho. Sobretudo «por falta de condições de segurança e devido à precariedade das mesmas».
Alfredo Mendes
Fonte do texto: Diário de Notícias -1-4-007


"Os acidentes no mar, muitas vezes traduzidos em naufrágios com perda de vidas dos nossos pescadores, motivou a realização de um participado seminário sob o tema em epígrafe que envolveu o Sindicato dos Pescadores do Norte, a Associação de Armadores de Pesca do Norte, a Apro-pesca, a Mútua dos Pescadores e a Associação Pró Maior Segurança no Mar, contando com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde.
Tal realizou-se, no passado sábado, no Salão Paroquial das Caxinas. Estiveram também presentes representantes da Secretaria de Estado e Direcção Geral das Pescas, Instituto Portuário e Marítimo, Comando Marítimo do Norte e Confederação Inter-Sindical Galega. E também os Deputados na Assembleia da República Lúcio Ferreira e Jorge Machado, do PS e CDU, os únicos partidos que corresponderam ao convite. Todas as intervenções se centraram na premência da melhoria dos equipamentos de salvamento, nomeadamente a necessidade de meios aéreos eficientes e de barcos salva-vidas adequados, a par de uma maior formação dos homens do mar.
Ao meio-dia foi prestada uma sentida Homenagem aos pescadores vítimas de naufrágios, com um enorme Desfile Silencioso desde o Salão Paroquial até à Praia, onde o Padre Domingos Araújo enalteceu a actividade dos homens do mar e recordou aqueles que em situações dramáticas não puderam regressar a terra, tendo sido então lançadas flores ao mar simbolizando a eterna saudade pelos desaparecidos. Registe-se que, nos últimos 26 anos, em Portugal morreram 400 pescadores em consequência de naufrágios, dos quais 79 eram das Caxinas e Poça da Barca.
Interessante foi ainda a demonstração e simulação de meios de segurança, os quais evidenciaram o avanço da tecnologia nos dias de hoje."
Fonte do texto : Jornal de Vila do Conde 5-4-007

"Os pescadores querem reforço dos meios de salvamento e melhor coordenação entre as entidades. No encontro do Sindicato dos Trabalhadores da Pesca do Norte (STPN), foi salientada a necessidade da formação e prestada uma sentida homenagem aos pescadores que perderam a vida no mar
Pescadores e armadores querem que o Governo tome um conjunto de medidas que passam pela entrada em funcionamento, 24 horas por dia, do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN). Tal reforço só será possível, "com um aumento de, pelo menos, 200 funcionários, com formação específica". Trata-se de apenas uma de um conjunto de dez exigências feitas no último Sábado, num encontro promovido pelo STPN e que juntou, no Salão Paroquial das Caxinas, centenas de pessoas ligadas à pesca.
A correcta e eficaz coordenação dos meios marítimos e aéreos, da Marinha, Força Aérea e Protecção Civil, a existência de rebocadores de alto mar em permanência, com capacidade adequada e em número suficiente para cobertura de toda a costa, bem como a reactivação dos postos de rádio existentes nas delegações da Docapesca, fazem também parte do extenso rol de pretensões que os homens do mar querem que o Governo resolva a curto prazo.
Manuel Maio, proprietário do naufragado "Luz do Sameiro", referiu ao Póvoa Semanário que ainda há muito a fazer para melhorar as condições de trabalho e, para além dos meios humanos, é preciso também reforçar os meios de salvamento, "faz falta de tudo", sublinhou.
A necessidade da formação dos pescadores foi salientada por Cristina Moço, assistente social da Mútua dos Pescadores, frisando que "não basta ter meios é preciso saber usá-los" e acontece que "muitos pescadores não aprendem a utilizar determinados equipamentos que têm a bordo, o que impede o seu salvamento".
No encontro foi também defendida uma análise aprofundada das conclusões das auditorias às operações de salvamento e resgate realizadas na sequência dos acidentes com os barcos ‘Salgueirinha’ e ‘Luz do Sameiro’. Esta reivindicação, "mais do que apurar as devidas responsabilidades", pretende, segundo o sindicato, criar condições para que sejam "corrigidos falhas e erros".
Um dos pontos mais marcantes, em termos emotivos, nesta iniciativa foi a homenagem às vítimas de naufrágios, que teve lugar junto ao portinho das Caxinas e em que participaram centenas de pessoas.
Pescadores, familiares, amigos e entidades oficiais rumaram até à praia e, após uma pequena cerimónia religiosa, atiraram flores ao mar. Elsa Pereira, 61 anos, a quem o mar "levou, há uns anos, um filho e alguns primos" salientou que "a morte deixa uma dor que nunca mais se apaga".
Também Virgínia Pontes lembrava a madrugada do dia 19 de Outubro de 2004, quando perdeu seis familiares, no naufrágio do ‘Salgueirinha’ à entrada do porto de Aveiro. Esta homenagem foi encarada com "tristeza", mas também satisfação pelo sindicato se ter lembrado destes homens. A dor é atenuada, em parte, porque "quando alguém morre, não chora só um, choramos todos".
Iracema Eusébio lamentou o facto de o mar "ser traiçoeiro", mas é um destino a que não podem fugir, pois "este é o nosso modo de vida. Morremos com ele, mas sem ele não sobrevivemos".
Fonte do texto: Póvoa Semanário - 5-4-007
As fotografias aqui expostas foram retiradas do website do Sindicato dos Trabalhadores da Pesca Norte (onde se podem ver mais imagens do Seminário), com a excepção da fotografia posicionada mais acima de todas as outras, que é da minha autoria (não é muito nítida, mas era o melhor que a máquina que dispunha no momento podia captar) e das duas fotografias mais abaixo que são do "Jornal de Vila do Conde.


