sexta-feira, agosto 25, 2006

Miguelito é o novo jogador do S.L. Benfica.

"Miguelito disse sim ao Benfica e tornou-se no último reforço da equipa de Fernando Santos, neste início de temporada. O lateral esquerdo do Nacional vai cumprir um contrato de quatro anos com o emblema da águia e já hoje viaja para Lisboa com intuito de ficar rapidamente à disposição do responsável técnico dos encarnados.

O preto no branco do processo negocial foi alcançado, ontem, ao princípio da tarde, em Lisboa. José Veiga, Rui Alves e Carlos Gonçalves, director-geral do Benfica, líder dos insulares e empresário do atleta, respectivamente, reuniram-se numa unidade hoteleira da capital e formalizaram o entendimento, ao qual apenas faltava o sim do atleta.

"Sinto uma imensa alegria por ter chegado a acordo com o Benfica. É um clube enorme e estou radiante por lá jogar", destacou, ontem, o jogador.

Depois do interesse inicial dos benfiquistas, existiu a sensação que o futebolista demorou algum tempo a clarificar a sua posição, facto que levou Luís Filipe Vieira a lançar um aparente ultimato que culminaria ontem.

Miguelito rejeitou qualquer dúvida ou incerteza sobre a proposta e revelou apenas que aproveitou o "timing" concedido pelo clube. "Estivemos sempre em negociações só que este tipo de assuntos não se resolve de um dia para o outro. Além disso, deram-me um 'timing' e respondi dentro desse prazo", disse.

A sua polivalência foi um dos motivos que originou a acção da SAD, apostada em contratar um jogador capaz de alinhar no corredor esquerdo da defensiva e na zona média. Uma opção que o jogador entende, embora não esconda a sua preferência. "Sou lateral-esquerdo, mas estarei sempre disponível para ser utilizado onde o treinador decidir", defendeu."


Fonte: Jornal de Notícias - 25-08-006

sexta-feira, agosto 18, 2006

Casas nas Caxinas no Verão / Casa para Alugar nas Caxinas / Quartos

Casas para alugar nas Caxinas ou apenas quartos são muito procuradas, sobretudo no Verão. Contudo, constanta-se que pela internet não existem muitos serviços dirigidos a esta procura. As empresas imobiliárias e os caxineiros que alugam casas ou quartos no Verão obtinham maior taxa de sucesso nos seus negócios se publicitassem na internet as suas ofertas. Mas gradualmente esta estratégia tornar-se-á mais comum nos anos vindouros

quinta-feira, agosto 10, 2006

Cineclube de Vila do Conde com programação às sextas nas Caxinas

Cineclube de Vila do Conde
PROGRAMAÇÃO DE AGOSTO

Sexta 4 e Domingo 6 - Com a Casa às Costas de Barry Sonnenfeld
Sexta 11 e Domingo 13 - Como Despachar Um Encalhado de Tom Dey
Sexta 18 e Domingo 20 - Todos ao Monte de Raja Gosnell
Sexta 25 e Domingo 27 - Terapia do Amor de Ben Younger

As sessões realizam-se à Sexta-feira junto à Casa do Pescadores em Caxinas ás 21:30h - Entrada gratuita.
Aos Domingos realizam-se no Auditório Municipal de Vila do Conde às 16:00h e 21:45h.

Pescador Pescador

Festas a Nosso Senhor dos Navegantes contaram, este ano, com uma participação acima das expectativas.

"As festas a Nosso Senhor dos Navegantes da paróquia das Caxinas, Vila do Conde, contaram, este ano, com uma participação acima das expectativas. A procissão, que é o ponto mais alto das festividades, atraiu àquela localidade dezenas de milhar de pessoas, mas todo o programa, quer religioso como profano, contou com uma participação popular em larga escala.

O sol escaldava, mas as ruas ficaram repletas com milhares de pessoas. Todos queriam ver e, de alguma forma, participar naquela que é já considerada uma das maiores procissões religiosas do país. O silêncio e o respeito pelos ícones religiosos são a imagem de marca da procissão do Senhor dos Navegantes. Este é um facto que faz com que todos mantenham um sentimento de reverência perante a fé demonstrada por aquela comunidade paroquial. Em jeito de balanço, o padre Domingos Ferreira de Araújo disse ao Diário do Minho que a participação popular em todo o programa festivo «superou todasas expectativas».

O pároco lembrou que, na sexta-feira, dia do 21.º aniversário da inauguração e dedicação da igreja paroquial, as cerimónias litúrgicas – presididas, este ano, por D. Joaquim Gonçalves, bispo de Vila Real – contaram com a presença de milhares de fiéis. Nestes dias, a espaçosa igreja paroquial «têm-se revelado pequena para acolher a tantos cristãos que quiseram participar nas eucaristias», salientou o sacerdote.

Antes de sair para a procissão, o padre Domingos Ferreira de Araújo frisou que «o calor da fé tem de ser maior que a elevada temperatura do dia», pois só dessa forma seria possível às mais de 1.200 pessoas que integram o cortejo religioso, aguentarem e transportar os pesados andores ou percorrerem os mais de dois quilómetros de trajecto envergando a roupagem própria de cada figurante. «Este é, sem dúvida, um teste à fé das pessoas», sublinhou o sacerdote, acrescentando que, com uma temperatura tão elevada – bem acima dos 30 graus centígrados – «não é qualquer um que se sujeita a um sacrifício » daquele género «se não tiver uns alicerces sólidos na sua convicção cristã».

O padre Domingos Ferreira de Araújo apontou ainda para o facto da comunidade paroquial – da qual uma boa percentagem de fiéis são pescadores ou de famílias de gente ligada ao mar – pretender com a procissão «fazer catequese ao vivo». Aliás, só por aquele motivo é que o sacerdote encontra explicação para «a crescente afluência de milhares de pessoas» àquela procissão, ano após ano. «No ano passado fizemos uma estimativa de que presenciaram a procissão do Senhor dos Navegantes cerca de 40 mil pessoas», afirmou o pároco.

Outra das características desta procissão é o facto de ser participada por outras comunidades piscatórias do país. «Da Fuzeta até Viana do Castelo, temos cá representantes das comunidades de pescadores do país», salientou o padre Domingos Ferreira de Araújo.

A procissão foi presidida, pelo quarto ano consecutivo, pelo padre Carlos Noronha, director nacional do Apostolado do Mar. Ao DM, aquele sacerdote salientou que entendia a sua missão entre os pescadores cristãos como «um desafio permanente», mas indicou que evangelizar aqueles homens «é encontrar um espaço de sinceridade, verdade e de pronta colaboração, que são características do coração do homem do mar"

Fonte : Agência Ecclesia

Notícia relacionada: Jornal de Notícias


Festas a Nosso Senhor dos Navegantes - 4 a 6 de Agosto

"A zona das Caxinas, em Vila do Conde, celebra, a partir de sexta-feira [4/08], o Senhor dos Navegantes. O momento mais alto das festividades acontece no Domingo, com a realização da procissão. Um cortejo religioso que atrai milhares de pessoas ao local.

As Festas a Nosso Senhor dos Navegantes trazem até à zona das Caxinas, em Vila do Conde, milhares de pessoas, principalmente no dia da procissão. O programa de actividades, daquelas que são consideradas, uma das maiores festas religiosas da região, começa na sexta-feira, dia em que se celebra o 21º aniversário da inauguração/ dedicação da Igreja ao Senhor dos Navegantes. Da parte da manhã, às 9h00, é inaugurada, no espaço da Cripta de Nossa Senhora da Bonança, a exposição "Nas Ondas da Memória". Pouco tempo depois tem início o Torneio Juvenil de Futebol de Praia "Senhor dos Navegantes". Também na praia, mas da parte da tarde, chega a vez da realização de actividades radicais. Às 19 horas têm lugar algumas solenidades religiosas evocativas do aniversário da Igreja. Mais à noite, o recinto da escola acolhe um concerto da Orquestra Fina Estampa. As actividades programadas para o dia seguinte, começam com a realização das finais do Torneio Juvenil de Futebol de Praia. No mesmo local, às 15h00, acontece a iniciativa "Gladiadores e Escaladas". A noite está reservada para a música. Luís Filipe Reis vai animar todos aqueles que se desloquem até ao recinto da escola das Caxinas. Para encerrar a noite, está programada uma sessão de fogo de artifício.

O dia grande das Festas é mesmo Domingo que começa, às 11h00, com solenidades religiosas evocativas do Senhor dos Navegantes. Para o início da tarde estão marcadas as actuações da Banda de música Pinheirense, de Albergaria-a-Velha e da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Ponte da Barca. Às 16h00 acontece o ponto mais alto das comemorações, com a majestosa procissão que reúne 16 andores e cerca de 500 figuras alegóricas. A escadaria da igreja recebe, às 22h00, uma sessão de fados da responsabilidade do conjunto "Coimbra Sempre". Uma sessão de fogo de artifício, marcada para as 24h00, assinala o encerramento das Festas.

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes

Esta procissão, de grande importância para a zona, foi retomada em 1988, depois de uma pausa de 16 anos. Domingos Araújo salienta, na "Monografia Histórica-Religiosa da paróquia das Caxinas", "os 15 andores que percorrem algumas das ruas na nossa paróquia. Mas, os cerca de 500 figurados e, sobretudo, o respeito, a fé, o carinho, a devoção e o esforço patenteados pêlos bravos homens do mar, que os conduzem, fazem desta Procissão um autêntico cartaz turístico e religioso para Caxinas e Vila do Conde". O pároco diz, no mesmo livro, que "o andor mais desejado é o do Senhor dos Navegantes" e refere que "cada vez são mais as excursões que vêm de longe, porque não querem perder a Procissão da "Igreja do Barco’".

História da Confraria

A Confraria de Nosso Senhor dos Navegantes foi fundada no dia 8 de Fevereiro de 1922. A "Monografia Histórica-Religiosa das Caxinas" refere algumas das directrizes que guiam esta confraria: "Praticar, em geral, os actos do culto compatíveis com os seus recursos, segundo Estatutos e leis canónicas; promover o culto a Nosso Senhor dos Navegantes; sufragar a alma dos irmãos falecidos; exercer a beneficência e instrução, quando disso disponha de recursos; satisfazer todos os encargos e legados pios; prover à reparação, conservação e ornamento da Igreja (se for própria) e do altar, onde estiver erecta." Esta estrutura é constituída por um Juiz, um Secretário, um Tesoureiro e nove Vogais, que desempenham funções por um período de dois anos."

Fonte : Póvoa Semanário

sábado, agosto 05, 2006

Pescadores voltam ao mar após greve de 3 dias.

"Os pescadores da Póvoa, Vila do Conde e Matosinhos estiveram em greve durante três dias. Na quinta-feira passada [27 de Julho] foram recebidos pelo secretário de Estado das Pescas e, dada a “receptividade” aos seus problemas, os homens da pesca resolveram voltar ao mar.

Os armadores de pesca artesanal que bloquearam a Docapesca de Matosinhos, na noite da penúltima terça-feira, decidiram interromper o protesto e regressar à faina na última quinta-feira, depois de o secretário de Estado das Pescas, Luís Vieira, se ter comprometido a encomendar um estudo sobre os recursos pesqueiros da costa nacional e, mediante os resultados, decidir se será possível ou não mudar a lei sobre a dimensão das redes.

António Pontes, da Associação de Armadores de Pesca do Norte, afirmou ter saído da reunião satisfeito com os compromissos assumidos e decidido a regressar imediatamente ao mar, dada a "receptividade" e a "maneira como os pescadores foram recebidos pelo governante e o facto de terem-nos prometido estar atentos à nossas preocupações". De acordo com este dirigente da AAPN, os elementos do governo prometeram "fazer tudo o que podiam" para ajudar os homens da pesca "o mais rápido possível".

Quanto à alegada perseguição aos barcos por parte da Marinha, uma das acusações feitas pelos manifestantes, o Ministério da Agricultura adiantou que nos últimos dois meses e na região Norte foram feitas 31 inspecções. Só em nove casos foram detectadas irregularidades nas redes (na dimensão e na malhagem) e cinco estavam a pescar sem as licenças necessárias.

Além das dimensões das redes, António Pontes adiantou ainda que o Governo se comprometeu a estudar outros problemas dos pescadores, como o preço do gasóleo e uma linha de crédito que havia sido anunciada recentemente.

Segundo António Pontes, foi dada a informação de que existe uma comissão de trabalho que há muito analisa este assunto do preço do gasóleo, pelo que entende que "os pescadores devem ficar solidários com este grupo de trabalho" e aguardar conclusões. Pontes entende que em breve deveria ser feito um "debate entre todas as associações do sector a nível nacional" para abordar diferentes pontos de vista sobre a questão do preço do gasóleo.

No que respeita à lei da dimensão das redes, António Pontes garante que o secretário de Estado prometeu fazer "um estudo para que a lei vá de encontro às reivindicações dos pescadores", mas não quis adiantar o tipo de reivindicações já que foram "considerações que ficaram em cima da mesa e ainda vão ser estudadas pelo governo". Pontes explicou que "o grupo de trabalho deverá ouvir as associações e só depois tentar organizar um consenso" partindo para a reformulação da legislação.

José Calais, dirigente da Apropesca, reclama que "os pescadores não podem aguentar mais com este preço do gasóleo, até porque a pesca está muito em baixo e o preço do gasóleo está em cima". Assim, não é de estranhar, de acordo com Calais, que os pescadores "exagerem um pouco nas malhagens permitidas, pelo menos ao fim-de-semana, no sentido de poderem conseguir o sustento para os filhos". O que é certo é que a fiscalização tem vindo a apertar, trazendo apreendidas para terra diversas embarcações desta região, o que levou a esta revolta, porque os pescadores sentiam-se "injustiçados". Segundo José Calais, dada a "evolução das embarcações desta região", torna-se necessário rever urgentemente as dimensões das artes de pesca para que haja mais rentabilidade no sector."

Fonte : Póvoa Semanário

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